terça-feira, 31 de maio de 2016

Corrida O POVO: Dentro da história

   Oito anos depois, novo desafio: os 15 km

  
A turma da Redação naquele junho de 2008:  Yanna Guimarães. Paulo Rogério, Roberto Leite e Ciro Câmara (fotos: arquivo pessoal)
   O ano era 2008, o dia, 14 de junho. Assim, meio na base do "ramumbora", aos 45 anos, fumante há 25, fiz minha estreia no mundo das corridas de rua. E não era uma prova qualquer. Afinal, era uma competição promovida pelo jornal onde trabalhava e a primeira corrida noturna do Ceará: as Dez Milhas Noturnas O POVO.
 
  Como editor de Esportes na época peguei "corda", consegui animar alguns colegas da Redação do O POVO e fomos para a pista naquela noite de sábado. Além de mim foram mais três corajosos: a repórter Yanna Guimarães e os repórteres Ciro Câmara e Roberto Leite, uma turma pelo menos 20 anos mais novos que eu - olha a foto da turma ai em cima com a medalha.


Minha chegada sofrida após 8km mais
caminhando que correndo
  Não era tão sedentário assim. Ora jogava um futebolzinho, ora umas partidas de tênis. Mas nada constante. Jornalista nem sempre tem horário certo para certas coisas.  Sem treinos especiais, a meta era concluir os 8 km e terminarmos vivos. Conseguimos. Demorou mais de uma hora, mas chegamos ao final. Foi a primeira de mais de 50 corridas que vieram depois, ora nos 5km, ora nos 10km.



  Oito anos depois, entre muitas mudanças na vida - incluindo o abandono do cigarro -, a VIII Corrida O POVO, no próximo dia 25, na mesma pista em frente ao aeroporto, tem uma sabor especial. Para mim e quem sabe para dezenas de outros estreantes. O desafio agora é correr pela primeira vez os 15km, a distância máxima da prova. Será minha estreia no percurso, agora com bem mais experiência e quilometragem na bagagem.

 E como blogueiro de corrida de rua não pode ficar só no papo e na teoria, vamos para a parte pratica. A ideia é contar aqui no blog como serão essas quatro semanas de preparação, os detalhes, a orientação técnica e, finalmente, como foi a participação. Sentir na pele um pouco mais do que muitos vivem semana após semana. Acompanhe essa nossa saga.


 Se da primeira vez fui sem auxílio algum, desta vez terei a ajuda dos professores do núcleo Bezerra de Menezes do Grupo HapVida +1k - Diego, Bruno e Samantha. E lógico, ânimo, apoio familiar e a certeza da melhora na qualidade de vida.


  Nos vemos na pista..


  



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